Relação com a Mãe

A relação com a mãe é o vínculo mais profundo que assumimos na vida. A "VIDA" chegou até nós por intermédio dela. E essa é a primeira função da mãe - dar a vida. Sua segunda função é NUTRIR - através do seu útero recebemos o alimento, o aconchego e a proteção necessários para nosso crescimento.


No ato de dar a vida e nutrir as mães são perfeitas. Fora isso, são mulheres comuns, com erros e acertos, com tristezas e alegrias, mulheres que carregam uma história, que tem suas questões. Por isso não cabe a nós julgar a atitude de uma mãe.


E você? Como foi a relação com sua mãe de 0 à 12 anos?


Em um primeiro momento, te convido a olhar para essa relação com os "OLHOS DA TUA CRIANÇA". Como tua criança olhava para essa mamãe? Talvez com algumas exigências, com algumas demandas como: "Eu queria ter tido mais carinho, mais abraço". Ou "Ela foi muito durona comigo, muito brava." Ou "Ela cuidou melhor do meu irmão do que de mim". Ou "Ela foi submissa a tudo que meu pai dizia". E muitos outros diálogos internos possíveis.


Em um segundo momento, após perceber qual o teu diálogo interno, perceba QUE SENTIMENTO você experimenta?


"Não sou amada"

"Não sou vista"

"Não sou como ela gostaria que eu fosse"

"Me sinto abandonada"

(Talvez você esteja projetando na tua vida, nos teus relacionamentos, no teu profissional esse sentimento que você identificou) PERCEBA!!!


A solução consiste em "SOLTAR" essas exigências e acolher esses sentimentos para que você possa seguir para uma vida mais leve.


Em um terceiro momento, com os "OLHOS DE ADULTA", busque AMPLIAR O TEU OLHAR e "VOLTAR NO MOMENTO EM QUE A MÃE DISSE SIM PRA VOCÊ". Como fazemos isso? Concordando com tudo o que foi, do jeito que foi. Concordando que ela disse SIM para a sua vida. Que você tem o essencial. Concordar que ela não é perfeita, que dentro dessa mãe mora uma mulher que tem seus defeitos, mas isso não é da sua conta. Pois como mãe ela foi perfeita ao dar a vida, ao dar a luz.


Existe algo mais importante que a vida?


Então vamos sair desse papel de vítima e fazer o que tem que ser feito! SE CONECTAR COM A VIDA E PONTO.


Fabiane de Oliveira


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